Diocese de Santo André celebra o Mês do Dízimo


A Diocese de Santo André celebra em junho, o Mês do Dízimo. E para entender melhor as quatro dimensões e a importância de ser dizimista, principalmente nestes tempos de pandemia em que esse ato exige de nós um compromisso com a Igreja e com as necessidades do próximo, o assessor diocesano da Pastoral do Dízimo, Celso Luís Sais, explica de forma didática como é fundamental vivenciar essa expressão de fé, comunhão, participação e ação evangelizadora em nossas paróquias e comunidades.

“Todos nós somos convidados a meditar sobre nossa responsabilidade e participação na comunidade cristã, através do reconhecimento e devolução do dízimo. Sabemos que todos os dizimistas e que todos os dízimos da terra são propriedades do Senhor. É por isso que a nossa fidelidade deve ser constante”, enfatiza.

A importância de ser dizimista Sendo assim, nos comprometemos de forma direta com o anúncio do evangelho difundido através da Igreja, que é corpo místico de Cristo. e na Igreja que devolvemos a Deus, o dízimo, tudo que Ele nos dá: “Trazei integralmente o dízimo ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa” (Malaquias 3:10).”Quanto mais conscientes, mais nos sentimos corresponsáveis pelo dinamismo das comunidades e mais contribuímos em todos os sentidos para que o evangelho seja proclamado, de fato, a todos os agentes”, pontua o assessor da Pastoral do Dízimo. Para o dizimista ou quem quer se dizimista em sua paróquia ou comunidade, a partilha é uma característica fundamental. Através do dízimo e da sua fidelidade, o cristão faz com que a igreja cumpra a sua função principal, que é ser evangelizadora. Acesse aqui e procure a paróquia mais próxima do seu bairro para saber como ser dizimista. As quatro dimensões do dízimo “O dízimo é uma semente que lançamos no chão de nossas paróquias e que se transformarão em frutos preciosos, atingindo as quatro dimensões: eclesial, religiosa, missionária e caritativa, ou seja, as obras de manutenção e de evangelização da nossa igreja”, salienta o diácono Celso. “Ser dizimista, portanto, é uma questão de fé”, frisa. Vamos conhecer cada uma das quatro dimensões, na aplicação dos recursos adquiridos pelo dízimo:

Dimensão Eclesial Com o dízimo, o fiel vivencia a sua consciência de ser membro da Igreja, pelo qual é corresponsável. A consciência de ser Igreja leva os fiéis a assumirem a vida comunitária, participando ativamente das suas atividades e colaborando para que a comunidade viva cada vez mais plenamente na fé e mais fielmente dar testemunho dessa sua fé.

Dimensão Religiosa Tem a ver com a relação do cristão com Deus. Contribuindo parte dos seus bens, o fiel cultiva e aprofunda a sua relação com Aquele que provém tudo o que dele e de tudo que ele tem. É expressão de gratidão, da sua fé e da sua conversão. Essa dimensão tratando a relação com Deus, insere, então, o dizimista no âmbito da espiritualidade cristã.

Dimensão Missionária O fiel corresponde com sua comunidade, toma consciência de que há muitas comunidades que não conseguem prover as suas necessidades, com os próprios recursos e que precisam da colaboração e outros. O dízimo permite a partilha dos recursos entre as paróquias, nas comunidades, numa mesma igreja particular e entre as igrejas particulares, manifestando, assim, a comunhão que há entre todas as igrejas.

Dimensão Caritativa Se manifesta, portanto, no cuidado com os pobres, por parte da comunidade. Uma das características das primeiras comunidades cristãs é que elas tinham tudo em comum e repartiam com grande alegria, entre as pessoas que mais necessitavam, pois tudo era distribuído conforme a necessidade de cada um, conforme narrado no Ato dos Apóstolos. A atenção com os pobres e suas necessidades é uma característica própria da Igreja Católica Apostólica Romana.


Fonte: diocesesa.org.br

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